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Archive for Como aplicar na bolsa

OGX entra com pedido de recuperação judicial e se despede do Ibovespa.

A endividada petroleira OGX, do empresário Eike Batista, protocola pedido de recuperação judicial e dá adeus ao Índice Bovespa.

 

No final do pregão desta quarta feira (30), a OGX Petróleo (OGXP3) entrou oficialmente com o pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Com o pedido de recuperação, as ações estão suspensas de negociação até às 11h00 (horário de Brasília) desta quinta-feira (31), sendo retomada a partir deste horári. A negociação irá até as 16h00, quando iniciará um procedimento especial para determinar o preço de exclusão dos índices em Bolsa, com duração de no mínimo uma hora.

A OGX será ecxluída de nove índices da Bolsa: Ibovesapa, IBrX, IBrX-50, IBrA, IGC (Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada), IGCT (Índice de Governança Corporativa Trade), IGC-NM (Índice de Ações com Governança Corporativa – Novo Mercado ), ITAG (Índice de Ações com Tag Along Diferenciado), SMLL (Índice Small Cap) e ICO2 (Índice Carbono Eficiente). Espera-se que as negociações com OGXP3 ocorram normalmente, dadas as informações que se tem sobre a empresa.

“Os procedimentos de liquidação e de administração de risco de operações à vista e com liquidação futura envolvendo OGXP3, inclusive BTC, permanecem inalterados”, informou a BM&FBovespa. Ao final do pregão de hoje, a Bolsa realizará procedimento especial de negociação (call de fechamento) para determinar o preço de retirada da OGX ON dos índices de ações. O procedimento especial ocorrerá às 16h às 17h. Após o encerramento do pregão regular, as carteiras teóricas de índices serão rebalanceadas, com exclusão da OGX. “Não obstante, e diante das informações ora disponíveis, OGXP3 continuará a ser negociada normalmente”, acrescentou a BM&FBovespa, em comunicado.

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Veja notícia na íntegra.

OGX protola pedido de Recuperação Judicial

Saiba o que acontece com a negociações dos ativos quando uma empresa entra em Recuperação Judicial.

Procedimentos a serem tomados em caso de REcuperação Judicial

Novo comunicado da BM&FBOVESPA (30/13/2013) sobre os procedimentos a serem adotados quando à OGX.

OGX – Comunicado BM&FBovespa

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Processo de recuperação judicial.

A recuperação judicial é uma medida para evitar a falência de uma empresa

petroleira OGX, do empresário Eike Batista, informou nesta terça-feira (29) que após meses de negociação não chegou a um acordo com credores – no início deste mês, a empresa comunicou que não pagaria cerca de US$ 45 milhões de parcelas referentes a juros de dívidas emitidas no exterior, vencidas no dia 1º deste mês.

A OGX tem até esta semana para chegar a um entendimento sobre a dívida. Caso isso não ocorra, poderá ter de pedir recuperação judicial.

Entenda o que poderá acontecer se a empresa entrar em recuperação judicial.

1 – O que é recuperação judicial?
2 – Como a empresa entra em recuperação judicial?
3 – O que deve constar no plano de recuperação?
4 – O que é feito durante a recuperação judicial?
5 – O que acontece com as ações da empresa durante a recuperação?
6 – Como é encerrada a recuperação judicial?
7 – O que acontece se a empresa não conseguir um acordo para a recuperação judicial ou não cumprir o que está no acordo?

1 – O que é recuperação judicial?
A recuperação judicial é uma medida para evitar a falência de uma empresa. É pedida quando a empresa perde a capacidade de pagar suas dívidas.

“É um meio para que a empresa em dificuldades reorganize seus negócios, redesenhe o passivo e se recupere de momentânea dificuldade financeira”, explica o advogado especialista no tema, Artur Lopes.

A recuperação judicial é abordada no capítulo três da lei Lei de Falências e Recuperação de Empresas (LFRE), de 2005.

De acordo com a lei, a recuperação judicial tem como objetivo viabilizar que a empresa supere a situação de crise econômico-financeira, buscando evitar a falência.

Com isso, a empresa mantém sua produção, o emprego dos trabalhadores e o interesses dos credores (que querem ser pagos), “promovendo, assim, a preservação da empresa, sua função social e o estímulo à atividade econômica”, diz a lei.

2 – Como a empresa entra em recuperação judicial?
O pedido de recuperação judicial deve ser feito na Justiça, explica Lopes.

A partir do pedido, a empresa tem 6 meses para tentar um acordo com credores sobre um plano de recuperação que definirá como sairá da crise financeira.

Assim que entra com o pedido de recuperação judicial, a empresa precisa apresentar um processo para o juiz. O juiz analisa esse processo e se a documentação estiver completa, dá o despacho que autoriza a recuperação. “Se tiver alguma dúvida, algum documento fatando, ele vai pedir para a empresa completar a documentação”, diz o advogado.

Após o despacho, a empresa tem 60 dias para apresentar o plano de recuperação à Justiça (caso contrário, o juiz decreta a falência).

Apresentando o plano, o juiz vai divulgar esse plano para que os credores se manifestem.

Os credores tem 180 dias (contados a partir do despacho) para aprovar ou não o plano.

Se aprovado, a empresa entra em processo de recuperação. Se não for aprovado, o juiz decreta a falência da empresa.

A negociação entre as partes é intermediada por um administrador judicial nomeado pela Justiça.

3 – O que deve constar no plano de recuperação?
A empresa e tem que apresentar à Justiça e aos credores um plano de como sairá da atual crise, de acordo com o advogado Luiz Antonio Caldeira Miretti, especialista em recuperação de empresas e falências.

É um processo baseado na negociação e permite que credores e devedores apresentem as condições que acreditam ser razoáveis.

No plano, é analisada toda a parte contábil, de produção, estoque e fluxo de caixa da empresa.

É necessário fazer uma a projeção de como a companhia fará para organizar as contas e sair do vermelho, explicou Miretti.

É necessário apresentar aos credores como é que as dívidas serão pagas, em qual prazo e como fará isso.

Por exemplo, deve estar discriminado se o pagamento será feito em parcelas fixas, se para isso a empresa venderá bens, se irá se desfazer de uma filial etc.

4 – O que é feito durante a recuperação judicial?
Durante a recuperação judicial, a empresa deve cumprir o estabelecido no plano. Enquanto isso, as operações da empresa seguem normalmente.

A empresa precisa apresentar um balanço mensal para prestar contas ao juiz e aos credores sobre o andamento da empresa.

O administrador judicial nomeado pela Justiça funciona como intermediador entre a empresa, os credores e a Justiça.

Caso a empresa não cumpra o que está no acordo, o juiz decreta a falência da empresa.

5 – O que acontece com as ações da empresa durante a recuperação?
Quando a empresa apresenta um pedido de recuperação judicial, as negociações com suas ações são suspensas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

6 – Como é encerrada a recuperação judicial?
A recuperação é encerrada quando a empresa cumprir tudo o que estava previsto no plano de recuperação.

“O que normalmente acontece com as recuperações judiciais que dão errado é que o empresário não faz a lição de casa”, explica o especialista Artur Lopes.

Se a empresa cumprir tudo o que está previsto, depois de tudo pago, o juiz finaliza o processo de recuperação.

7 – O que acontece se a empresa não conseguir um acordo para a recuperação judicial ou não cumprir o que está no acordo?
É decretara a falência da empresa.

O capítulo cinco da Lei de Falências é o que diz respeito à falência.

Com a falência, o devedor é afastado suas atividades com o objetivo de preservar e otimizar a utilização produtiva dos bens, ativos e recursos produtivos (inclusive os intangíveis) da empresa.

Segundo a lei, “a decretação da falência determina o vencimento antecipado das dívidas do devedor e dos sócios”, e as partes responsáveis “serão representadas na falência por seus administradores ou liquidantes, os quais terão os mesmos direitos e, sob as mesmas penas, ficarão sujeitos às obrigações que cabem ao falido”.

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O processo de recuperação judicial da cia tem um longo caminho a percorrer. Após chegar às mãos do juiz da Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o pedido pode ser encaminhado para apreciação do Ministério Público ou de um perito, que analisará a documentação requerida. Além disso, o caso tem possibilidade de correr em segredo de Justiça. Quando o processo retornar ao juiz, ele terá 30 dias para deferir o pedido. A partir daí, começa a correr um prazo de 60 dias para a apresentação do plano. Também começam a contar aí os 180 dias de suspensão das ações judiciais e execuções que correm contra a OGX. Esse prazo é prorrogável na prática. Por lei, a primeira assembleia para votar a aprovação ou não do plano deve ocorrer em 150 dias após o sinal verde ao pedido. Para ser aprovado, o plano de recuperação deve passar pelo crivo da maioria simples dos credores (50% + 1), que são divididos em três classes: empregados, credores com e sem garantia. Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, no Brasil o controlador, em princípio, não é afastado da administração do grupo. “A menos que isso esteja previsto no plano”, explica a advogada. Caso as diretrizes da recuperação sejam descumpridas ou ele não for aprovado, a empresa entra em falência.

Maiores informações, entre em contato conosco.

 

OGX_RJ_2013_10_30

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Qual influência da taxa SELIC na bolsa?

Certamente você investidor interessado no mercado de ações já se perguntou como a taxa SELIC pode influenciar na bolsa de valores e como tirar vantagens desse mecanismo de valorização e desvalorização para obter vantagens com seus tipos de investimentos e aplicações. Bom, isso é uma pergunta muito interessante, tendo em vista que estamos nos referindo a uma das taxas mais importantes do mercado.

Quando realizamos uma compra ou adquirimos um financiamento de algo, existem os valores cobrados por cada um desses produtos em forma de prestações (parcelas mensais). Sabemos que em cada parcela o banco emissor cobra juros que encarecem tanto o produto que o custo chega a ser três vezes mais caro do que o anunciado. Os juros não são diferentes na bolsa de valores, sendo assim determinante no desempenho do índice.

Os juros são inimigos dos compradores devido ao aumento causado no preço dos produtos, mas pode ser aliado do investidor em termos de retorno durante a procura de ações a serem compradas.
A taxa SELIC (Sistema Especial de liquidação e Custódia) divulgada pelo COPOM(Comitê de Política Monetária), possui ligação direta com todas as taxas cobradas no mercado. Por exemplo: Um banco pode determinar um padrão de juros sobre um financiamento a pessoa jurídica baseado na taxa atual. O retorno em juros dos valores retidos em cada parcela paga, será a captação de novos recursos pelo banco para a realização de novas concessões de empréstimos e abertura de linha de créditos, também conhecido como spread bancário.

A taxa SELIC é usada como base pelos bancos também no caso de remuneração dos fundos de renda fixa que é um fundo mais conservador, ainda mais pra quem deseja ganho com menor risco. A bolsa de valores por ser um tipo de investimento mais variável possui um risco mais elevado com maior ostentação do investidor que deseja obter ganhos maiores do que aquele oferecido pela renda fixa.

Quanto a influência do resultado da taxa SELIC sua variação intensifica mais ou menos a participação dos investidores. Por exemplo: Uma alta na taxa SELIC representa melhores ganhos em fundos de renda fixa que apresentam menor risco. Agora uma baixa significa pouco atrativo manter os investimentos nesse tipo de aplicação, assim sendo maiores chances dos mesmos investidores procurarem novas
alternativas no mercado de ações.

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Como calcular o preço médio das ações?

Existe uma importância significativa para calcular o preço médio das ações formadas em sua carteira, principalmente quando o assunto for imposto de renda. As dúvidas surgem quanto a declaração do I.R em relatório, sendo que a importância de se calcular esses dados irão auxiliar no preenchimento de nossa declaração posterior.

O Preço médio seria um levantamento das ações adquiridas em diferentes períodos com diferentes preços de aquisição. Esse controle visa identificar a situação quanto a lucro ou prejuízo durante a compra de ações. Por exemplo : Você acaba de comprar 1000 ações da empresa X por R$21,00. Em seguida, depois de alguns dias você acabou comprando mais 1000 ações da empresa X por R$24,00. Nesse caso seu preço médio praticado foi de R$22,50.

Note que você adquiriu ações por um preço mais caro e as ações que você tinha passaram por valorização. Um lucro de R$3.000,00 proporcional a cada ação adquirida. Como você adquiriu mais 1000 ações houve um investimento do lucro obtido junto de mais capital.

Para um acompanhamento ideal de suas operações, e um correto levantamento do lucro líquido que seria o lucro real descontando os custos operacionais como emolumentos, corretagem e taxas de administração, o cálculo do preço médio vem para facilitar esse trabalho.

Vamos considerar mais um exemplo prático:

Suponha que no dia 03/05 você compra 100 ações da empresa X a um custo de R$15,00;

No dia 07/05 você compra 200 ações da empresa X por um custo de R$11,00;

No dia 09/05 compra mais 100 ações da mesma empresa por um valor de R$13,00;

O preço médio dessas operações será de :

(1500+2200+1300)/400 = R$12,50 .

Obs: Esse valor não considera os custos adicionais de suas operações como: corretagem e custódia caso venham a ser cobrados por sua corretora.

O cálculo do preço médio leva em consideração os custos totais para aquisição de um determinado número de ações em dado período somando com outros custos de aquisição com a divisão do total de ações em carteira. O valor alcançado indica os custos de aquisição do numero de ações que você possui no momento, incluindo as variações de preços sofridos pela ação.

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